Novos equipamentos
Comissionamento ou liberação para uso em área produtiva/laboratorial.
Página informativa e didática para entender quando a qualificação é exigida, como difere da calibração e o que esperar de um relatório com mapa térmico.
A ITI realiza qualificação térmica completa em equipamentos de aquecimento e refrigeração para processos críticos — garantindo confiabilidade, segurança operacional e conformidade com requisitos regulatórios do cliente.
IQ (instalação), OQ (operação) e PQ (desempenho / mapeamento térmico), documentadas conforme o protocolo do processo.
Situações típicas em indústrias farmacêutica, alimentícia, laboratórios e ambientes regulados — ou sempre que o processo depende da uniformidade térmica.
Comissionamento ou liberação para uso em área produtiva/laboratorial.
Relocação, manutenção crítica, troca de controlador ou alteração de carga.
Quando o procedimento interno ou a crítica do processo determinam o intervalo.
| Equipamento (escopo ITI) | Exemplo de uso | Foco típico |
|---|---|---|
| Estufas | Secagem, estabilidade, laboratório | Uniformidade e estabilidade |
| Autoclaves | Esterilização / ciclos | Desempenho térmico do ciclo |
| Muflas | Alta temperatura / tratamento | Distribuição e estabilidade |
| Geladeiras / refrigeradores | Armazenamento | Cold spots e recuperação |
| Câmaras climáticas / frias | Ensaios e storage controlado | Mapa térmico do volume útil |
| Incubadoras | Cultivo / processos laboratoriais | Estabilidade na setpoint |
| Freezers / ultrafreezers | Armazenamento crítico | Uniformidade e recuperação |
| Termodesinfectoras | Ciclos de termodesinfecção | Desempenho térmico do ciclo |
Estrutura alinhada ao serviço descrito em itiserv.com.br/qualificacao-termica.
Verifica e documenta instalação: especificações do fabricante, infraestrutura, requisitos elétricos/ambientais e integridade de componentes/acessórios.
Ensaios funcionais: alarmes, controles, segurança, ciclos programados e repetibilidade operacional conforme parâmetros definidos.
Mapeamento térmico em uso real: estabilidade, uniformidade, distribuição, tempos de recuperação e comportamento em ciclos críticos.
Misturar os dois conceitos é um dos erros mais comuns em compras e auditorias.
Marque o que se aplica ao seu caso. O resultado é orientativo e ajuda a preparar o contato técnico.
Conforme você marcar, mostramos uma recomendação inicial.
Responda e confira na hora. Ideal para alinhar manutenção, qualidade e compras.
Selecione uma resposta em cada pergunta para ver o resultado.
Estimativa simplificada com base no volume aproximado. O número final depende do protocolo do cliente, da criticidade e da geometria do equipamento.
Informe as dimensões para calcular.
Regra ilustrativa: volume (m³) → faixa mínima de pontos, ajustada pela criticidade. Não substitui protocolo formal.
Do alinhamento técnico ao relatório — visão didática do fluxo.
Definir setpoint(s), carga, critérios de aceitação, quantidade de sensores e tempo de ensaio.
Sensores calibrados, distribuição dos pontos, acesso ao equipamento e segurança local.
Aquisição dos dados em regime, abertura/recuperação (se previsto) e registro dos eventos.
Apresentação de estabilidade, uniformidade, hot/cold spots e conclusão frente aos critérios.
Termos que aparecem em relatórios e auditorias.
Variação da temperatura no tempo, em um mesmo ponto, após o regime.
Diferença entre pontos do volume útil no mesmo intervalo de tempo.
Tempo para o equipamento voltar à faixa após abertura de porta ou perturbação.
Região sistematicamente mais quente que a média / setpoint.
Região sistematicamente mais fria — crítica em armazenamento e esterilização.
Espaço efetivamente utilizado para produto/ensaio (nem sempre todo o interno).
Dúvidas típicas de qualidade, validação e manutenção.
Não. A qualificação avalia o desempenho do equipamento no volume; a calibração garante a rastreabilidade dos instrumentos usados na medição e no controle.
Depende do protocolo. Em muitos casos há ensaio vazio e/ou com carga representativa. Isso é alinhado no planejamento.
Em geral: identificação do equipamento, condições do ensaio, pontos monitorados, gráficos/resultados de estabilidade e uniformidade, e conclusão frente aos critérios.
Normalmente termopares ou PT100 com calibração vigente — veja também Termopar e PT100.
Varia com o número de setpoints, estabilização do equipamento e quantidade de pontos. No contato inicial a ITI estima prazo com base nos dados do ativo.
Aprofunde sensores, calibração e rastreabilidade.
Informe tipo de equipamento, volume aproximado, setpoint(s) e se há protocolo interno. A ITI retorna com encaminhamento técnico e comercial.